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Você precisa da aprovação dos outros?

Um tema muito comum mas que no dia a dia ignoramos, e quando percebemos, já estamos fazendo coisas por influências externas.


Por Danielle Wicher

Hoje quero conversar com você sobre aprovação: um tema muito comum mas que no dia a dia ignoramos, e quando percebemos, estamos fazendo coisas por influências externas.


É normal gostar de sentir aprovação pelos seus atos, mas você sabe quando isso deixa de ser saudável? Essa necessidade de aprovação começa na infância quando buscamos validação familiar dos nossos atos, uma recompensa, um elogio ou reconhecimento.


Muitas famílias desencorajam ou até mesmo criticam certos atos, não necessariamente consciente, mas existe a crença de que se os filhos forem elogiados acreditarão que já chegaram ao seu ponto máximo, e assim os criticam para que busquem sempre mais.

Infelizmente, essa crença pode causar problemas sérios, pois quando você não se sente boa o suficiente, a tendência é continuar lutando para dar orgulho a família, aos amigos, chefes, e ainda transfere essa necessidade de aprovação para os relacionamentos.


Uma vez que suas virtudes não forem notadas, você acredita não saber de verdade se é suficiente ou não. Isso pode acabar com a autoestima da mulher, embora não seja uma regra. Amigos podem suprir isso, com a entrega de carinho sincero. Porém, temos que tomar cuidado, para que essa necessidade de aprovação, não vire dependência.

E como perceber isso?

Você entrega as rédeas da sua vida às opiniões dos outros?

Você deixa de falar o que pensa com medo de não concordarem ou para não desagradar?

Fica triste ou magoada se não recebe aprovação?

Tem dificuldade em dizer NÃO, mesmo quando algo te sobrecarrega?

Preocupa-se demais com o que as pessoas pensam de você, se irão gostar do seu cabelo ou sua roupa?

Tem medo de ser rejeitada?


Se você identificou algum desses padrões no seu comportamento, saiba que precisa reafirmar sua AUTOESTIMA.


Tenho algumas dicas para você:


  1. Ninguém consegue agradar todo mundo. Comece agradando a você mesma, de forma que não prejudique ninguém. Depois, pense nas pessoas que realmente importam e se importam com você.

  2. Importe-se com quem importa. Somente escute as pessoas que realmente se importam com você, conhecem sua história e querem o seu melhor. Também vale ouvir pessoas que chegaram onde você quer chegar, que sabem o caminho, que erraram, caíram e conseguiram se levantar. Essas pessoas importam, não é sua conhecida de salão, sua vizinha que mal te fala bom dia, aprenda a identificar quem importa.

  3. Tome suas próprias decisões e assuma as responsabilidades por ela. Quando ficamos a espera de decidirem algo por nós, além de não sermos guiadas pelas nossas razões, ainda tendemos culpar a pessoa que nos orientou caso dê errado. Não faça isso!

  4. Reprovações não significam rejeições. Se discordarem de você ou não aceitarem seu projeto, não tome isso como pessoal. Saiba diferenciar reprovação de rejeição e suas dores e angústias serão muitas vezes resolvidas.

  5. Aceite as diferenças de atitudes, pensamentos e sentimentos. Ninguém tem a obrigação de saber nossos pensamentos e sentimentos e nos acolher em seu mundo. Ninguém te deve nada. As pessoas que mais recebem aprovação são aquelas que não buscam por ela. Fortaleça sua autoestima, identifique no que você realmente é boa, fortaleça seus talentos, reconheça suas vitórias e entenda que sua história é única. Não se compare com ninguém, não se iluda com mundo virtual, ali é só o palco, você desconhece os bastidores. Erga a cabeça e se aprove, você pode!

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